terça-feira, 6 de julho de 2010

Sobre todas as Coisa que Eu não quero Lembrar

Por tampouco uma parte minha do passado não se manifestou, novamente. Lembro das vésperas das férias. Eu estava obcecado em fazer todo "esquema" dar certo, e todo o resto podia passar batido. Abracei a chance mais SUBLIME que, na época, eu poderia imaginar. Sonhei, falei, almejei, acreditei e amei. A troco de um coração ferido, e não mais utilizável. Um coração com diversos tipos de Escavações Torácicas, e não mais explorável, e memórias que fazem um guri como eu crescer drásticamente. Foi o que me obrigou a mudar, crescer, e com certeza desapegar.

Agora vejo as situações de um jeito pouco diferente. Sempre com o famoso "pé-atrás", só para evitar que haja mais feridas.

O coração antigo? Está guardado, na mais profunda lembrança, de onde nunca mais sairá, onde estará seguro.

O coração novo? Preparado para viver uma vida nova, e se necessário apanhar, mas sem se ferir.

E as lembranças? São lições, erros, que hoje utilizo para aprender.

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