Por tampouco uma parte minha do passado não se manifestou, novamente. Lembro das vésperas das férias. Eu estava obcecado em fazer todo "esquema" dar certo, e todo o resto podia passar batido. Abracei a chance mais SUBLIME que, na época, eu poderia imaginar. Sonhei, falei, almejei, acreditei e amei. A troco de um coração ferido, e não mais utilizável. Um coração com diversos tipos de Escavações Torácicas, e não mais explorável, e memórias que fazem um guri como eu crescer drásticamente. Foi o que me obrigou a mudar, crescer, e com certeza desapegar.
Agora vejo as situações de um jeito pouco diferente. Sempre com o famoso "pé-atrás", só para evitar que haja mais feridas.
O coração antigo? Está guardado, na mais profunda lembrança, de onde nunca mais sairá, onde estará seguro.
O coração novo? Preparado para viver uma vida nova, e se necessário apanhar, mas sem se ferir.
E as lembranças? São lições, erros, que hoje utilizo para aprender.
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