Lembro de ter falado que havia um ponto final, e mais uma vez ele se torna uma vírgula, dando seqüencia a uma nova sentença. Não sei o porque, mas sinto que não há maldade, não mais. Vejo, e decido tomar rumo ao caminho mais fácil, tudo ou nada pode mudar. é bem mais fácil colocar as coisas numa gaveta, até que elas sejam completamente esquecidas.
Considerando, de verdade, as situações, não há uma verdadeira complicação, ressentimento e amor não estão de mãos dadas. É INSANO.
Hora sim, hora não... com o tempo eu mudo esse texto de rumo, e parto para o final, o meio ainda não desenrolou. NÃO EXISTE ALGO. NÃO EXISTE ALGO.
É insano. Porra
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Ponto Final
Pela primeira vez, não é amor. Quiçá um pouco de raiva, quiçá um pouco de vontade, quiçá um pouco de tudo. O problema, não sei de onde vem, nem pra onde vai, apenas sei que é pura hipocrisia, de minha parte e de minha mente, e sem motivos para queixa.
Admito que almejo saber onde colocar tal raiva. Um mero ressentimento mau concluído, mesmo assim ainda parece estar afiado. Ainda corta. Não chega a deixar cicatrizes, é superficial.
Sei também que começa a ficar piegas, e admito, também, que foi eu quem deixou tudo isso passar dos limites. Quiçá por deixar minha cabeça durante muito tempo no passado, fazendo com que cada pedaços desses fantasmas voltassem, e se tornassem sentimentos corrompidos, se aproximando de mim, e se rebelando contra tudo aquilo que eu chamo de conduta.
Portanto, esse é o ponto de partida para um final, tão almejado por nós, protagonistas de mais uma drama real, não como em novelas mexicanas. Quiçá, abandonar tudo, e termos um final feliz não seria a solução certa, nem a atitude certa. O final diferenciado construiremos agora, sem abandonar tudo o que construímos, sem deixar pra trás todas nossas condutas, porque esse é o nosso ponto final, ponto final para iniciar uma vida sem complexidade, na verdade um ponto final que dá partida a um novo ponto...
Seu ponto final (.)
Admito que almejo saber onde colocar tal raiva. Um mero ressentimento mau concluído, mesmo assim ainda parece estar afiado. Ainda corta. Não chega a deixar cicatrizes, é superficial.
Sei também que começa a ficar piegas, e admito, também, que foi eu quem deixou tudo isso passar dos limites. Quiçá por deixar minha cabeça durante muito tempo no passado, fazendo com que cada pedaços desses fantasmas voltassem, e se tornassem sentimentos corrompidos, se aproximando de mim, e se rebelando contra tudo aquilo que eu chamo de conduta.
Portanto, esse é o ponto de partida para um final, tão almejado por nós, protagonistas de mais uma drama real, não como em novelas mexicanas. Quiçá, abandonar tudo, e termos um final feliz não seria a solução certa, nem a atitude certa. O final diferenciado construiremos agora, sem abandonar tudo o que construímos, sem deixar pra trás todas nossas condutas, porque esse é o nosso ponto final, ponto final para iniciar uma vida sem complexidade, na verdade um ponto final que dá partida a um novo ponto...
Seu ponto final (.)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
City and Lights. Streets and Mind.
Clarões e borrões da cidade passam ao teu redor, as pessoas viram meros detalhes numa imensidão de luzes. Na tua cabeça só um pensamento, com a mesma música de fundo, a semanas. E tu perdido, por não saber aonde exatamente vai dar.
Centenas de rotas diferentes vem a tona, mas tu nem sabe aonde quer chegar. Na verdade sabe, mas não sabe se vai querer voltar, pois depois que partir, não vai ter como voltar. O certo e o errado se tornam tão irrelevantes perante uma escolha não tão difícil, aos olhos alheios. Mas, mesmo tu sabendo qual caminho vai pegar as luzes da cidade não te beneficiam, te mostrando propostas e escolhas interessantes, mas VOCÊ sabe qual é a certa, mas você sabe. Uma rua mais cheia de luzes e neons que a outra, diversas portas abertas pra ti experimentar momentos variados, e quiçá epifanicos.
E antes do amanhecer, tu vê, pensa, e passa por todas as possibilidades, mesmo sabendo que é hora de partir. Tu tem que partir, tem. Não tem outro jeito, o "Adeus" se torna inevitável, pra qualquer uma das hipóteses. Dá melhor, ou da pior maneira.
A cidade se afasta, e todo aquele clarão some, e tudo vira uma imensidão de nada, afinal de contas, já amanheceu, e tu tem que tomar uma decisão.
Good-bye. Again
Centenas de rotas diferentes vem a tona, mas tu nem sabe aonde quer chegar. Na verdade sabe, mas não sabe se vai querer voltar, pois depois que partir, não vai ter como voltar. O certo e o errado se tornam tão irrelevantes perante uma escolha não tão difícil, aos olhos alheios. Mas, mesmo tu sabendo qual caminho vai pegar as luzes da cidade não te beneficiam, te mostrando propostas e escolhas interessantes, mas VOCÊ sabe qual é a certa, mas você sabe. Uma rua mais cheia de luzes e neons que a outra, diversas portas abertas pra ti experimentar momentos variados, e quiçá epifanicos.
E antes do amanhecer, tu vê, pensa, e passa por todas as possibilidades, mesmo sabendo que é hora de partir. Tu tem que partir, tem. Não tem outro jeito, o "Adeus" se torna inevitável, pra qualquer uma das hipóteses. Dá melhor, ou da pior maneira.
A cidade se afasta, e todo aquele clarão some, e tudo vira uma imensidão de nada, afinal de contas, já amanheceu, e tu tem que tomar uma decisão.
Good-bye. Again
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Twice
Depois de muito tempo, retorna... Preferiria não dizer, mas é tarde.
Z: Oi!
Y: Olá, como tu tá?
Z: Bem... e aí?
Y: Muito bem. Não me parece muito bem, o que tens?
Z: Um mesmo coração, divido em dois.
Y: Como assim?
Z: Deixe. Tu não vai entender
Y: Tente me fazer entender...
Z: Deixa quieto, vai...
Y: Não guarde isso só pra ti
Z: Vou me arrepender
Y: hã?
Z: Quero me dividir em dois
Y: Mas isso é impossível!
Z: Eu quero ser dois...
Y: Não estou te entendendo
Z: É, e nem vai.
Y: Muito bem. Não me parece muito bem, o que tens?
Z: Um mesmo coração, divido em dois.
Y: Como assim?
Z: Deixe. Tu não vai entender
Y: Tente me fazer entender...
Z: Deixa quieto, vai...
Y: Não guarde isso só pra ti
Z: Vou me arrepender
Y: hã?
Z: Quero me dividir em dois
Y: Mas isso é impossível!
Z: Eu quero ser dois...
Y: Não estou te entendendo
Z: É, e nem vai.
Back.
Por que tu me avisou que está de volta? Não tenho como voltar. Talvez tivesse sido melhor tu aí, e eu aqui. Não há por onde chegar, não vamos alcançar aquela paz.
Não tenho como atravessar a mesma highway até você, já estamos distantes demais. Não temos motivos, e acredito eu, nem objetivos. Por que tu me avisou que está de volta? Não há um dialogo, só um sentimento, por si fraco, tentando se manifestar, mas eu não vou deixar.
Por que tu me avisou que está de volta?
Não posso deixar tua volta me fazer mudar meu percurso, não vai me fazer parar, não vai me fazer deixar pra trás tudo o que eu construí, não posso deixar de amar pra amar você.
Z: Por que tu tá me avisando que voltou?
Y: Não sei.
Z: O que quer?
Y: Amor.
Z: O que quer?
Y: Amor.
Z: Meu amor está fraco.
Y: Não importa.
Z: E o que resta dele, não lhe pertence
Y: Eu sei. Só te alertei porque eu gosto de você.
Z: Já é tarde, e não há motivos...
Y: amor...
Z: Meu amor está fraco, machucado...
Y: Mas o que resta dele...
Ressaca (2)
O complicado é entender
que não existe um "eu e você"
E olhar pro lado cada amanhecer
e tu não aparecer
Eu me realmente me sentia
dentro de uma tarde vazia
meu corpo caía
sem nenhum tipo de sintônia.
sábado, 29 de maio de 2010
"Adeus"
Não era pra ser tão piegas.
Era pra ter acabado no momento em que dissemos "Adeus". A palavra não perdeu teu sentido, nunca mais passarei pela tua porta, e te dar um sorriso.
É como se lembranças que eu nunca presenciei viessem a tona, como se um belo romance tivesse sido desmanchado, ou uma longa história de amor tivesse sido apagada, ou como se eu tivesse acrescentado mais reticências a esse livro que agora você escreve sem mim.
Partindo.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Ressaca
Deixe me crer
deixe me dizer
deixe estar, oh
deixe me pensar em você
Sentado no sofá
de uma sala vazia
Um copo de whisky
me faz companhia
Deixe me crer
que ainda existe "nós dois"
Deixe me falar
apenas quando estivermos a sós
E eu não quero que você
se sinta sozinha
Junte-se a mim nesse sofá
eu te faço companhia
Brigas indiretas
Para! Aproxime-se de mim, me xingue, me bata, discuta comigo. Só não me deixe nessa angústia, de não saber o que está acontecendo. Prefiro que briguemos, do que ficar nesse silêncio perturbador, que aos pouco consome tudo que há em mim.
Eu só peço que fique ao meu lado, mesmo parecendo frescura minha, eu preciso do teu apoio, se não, no final não me restará mais força, para ter vontade.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Boas más lembranças
Veja bem, como os fatos ocorrem de forma irônica. Mas tão irônica, que ao lembrar só me resta controlar a risada. Fato que antes me deixava indignado, agora se torna hilário, que faz surgir dúvidas, será que existe o tal do Destino?
Aquela paz que eu sempre quis de volta já me acompanha novamente, e aquela má lembrança se torna algo bom.
Ela diz que é um adeus, ela me diz "eu te amo", eu sinto que aos poucos eu concerto minha vida.
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